Um dashboard de métricas do Instagram — seja para acompanhar a própria marca, um cliente de agência ou um conjunto de concorrentes — segue sempre a mesma arquitetura básica: coletar, armazenar, e visualizar. Este guia percorre os três estágios.
1. Coleta: buscando os dados brutos
O primeiro passo é decidir a frequência de coleta. Para a maioria dos casos de uso, uma coleta diária é suficiente — métricas de redes sociais não mudam de forma útil a cada minuto.
import requests
def coletar_metricas(usuario, token):
r = requests.get(
"https://scrapegram.cloud/api/v1/instagram/profile",
headers={"Authorization": f"Bearer {token}"},
params={"username": usuario},
)
return r.json()
2. Armazenamento: guardando o histórico
Um dashboard só é útil quando mostra tendência, não apenas o número do dia. Isso exige guardar cada coleta com data, em vez de sobrescrever o valor anterior. Um banco simples resolve:
CREATE TABLE metricas_diarias (
id INTEGER PRIMARY KEY,
usuario TEXT,
data DATE,
seguidores INTEGER,
posts INTEGER,
engajamento_medio REAL
);
3. Visualização: transformando número em gráfico
Com o histórico salvo, qualquer biblioteca de gráficos resolve a parte visual — de Chart.js no front-end a bibliotecas Python como Plotly para relatórios internos. O importante é responder três perguntas visualmente:
- Como os seguidores cresceram nos últimos 30/90 dias?
- Qual a frequência de publicação por semana?
- Como o engajamento médio por post está variando?
Exemplo de estrutura de painel
Um dashboard eficaz normalmente tem três blocos:
- Visão geral: número atual de seguidores, variação da última semana, taxa de engajamento média.
- Tendência: gráfico de linha do crescimento de seguidores no tempo.
- Comparativo: quando há mais de um perfil monitorado, uma tabela lado a lado facilita achar quem está crescendo mais rápido.
Automatizando a atualização
Uma tarefa agendada (cron job, ou equivalente no seu ambiente) rodando uma vez por dia mantém o histórico sempre atualizado sem intervenção manual — o dashboard só precisa ler do banco local, sem chamar a API a cada visualização.
De onde vêm os dados
Todo esse fluxo depende de uma fonte confiável de dados públicos do Instagram. Os endpoints de perfil e posts do ScrapeGram foram desenhados justamente para esse tipo de coleta recorrente — com resposta em JSON simples, fácil de encaixar em qualquer stack de dashboard já existente.